sábado, 25 de julho de 2009

Orar diariamente, uma necessidade!

Todos nós sabemos, por experiência: a vida espiritual está sujeita ao desgaste. O esforço que a cooperação que temos de dar à obra de DEUS exige se esfria ou se debilita em nós; as dificuldades que encontramos em novo homem velho, a multiplicidade de fatores e tentações que nos assediam e nos deitam por terra, a perseverança que, por estar sujeita ao tempo, cria uma dificuldade especial, a queda ou debilidade das motivações , o fervor do amor quase esvai... (Ap 2,4) pedem que previnamos e superemos essas dificuldades de nossa vida espiritual.

Necessitamos de meios especiais, de tempos particulares consagrados a refletir, a estar em contato vivo e frequente com DEUS, a dar uma oportunidade especial para o Espírito Santo, para que realize em nós sua obra de santificação ou de nos assemelhar a CRISTO (Rm 8,29).

A própria tarefa do servo é um chamado constante de DEUS a parecer-se com aquele que deve ser manifesto, proclamado, ensinado. Em sua vida dentro e fora do grupo de oração.

O servo deve encontrar , por todos os meios, um período especial para se retirar e orar, para se nutrir espiritualmente, para aprofundar sua união com CRISTO, para renovar com maior consciência e intensidade sua decisão pelo SENHOR e pela sua igreja, pra revitalizar sua missão de servo na Renovação Carismática.

A necessidade da oração em nível cristão, já se falou em diversas ocasiões, para o servo da Renovação Carismática e a realização de sua missão como o SENHOR a reclama, há uma urgência particular de oração a cada dia.

Isto é comum a todo cristão comprometido em cooperar com a obra da igreja e tem uma vigência especial no servo da Renovação Carismática: chamado a ser exemplo da vida diante de seu grupo de oração, a servir com os mesmos sentimentos de CRISTO e com a mesma dedicação e entrega, dificilmente poderá realizá-lo, nem uma discreta mediação, se não dedicar um tempo diário à oração.

A raiz do estancamento de alguns grupos de oração, a busca do poder e da própria glória por parte de alguns servos, a incapacidade para perceber a orientação do Espírito teriam de ser buscados no descuido e no abandono total da oração pessoal por parte do servo. Ao contrário, a experiência mostra que o grupo de oração se enriquece e se desenvolve solidamente quando a oração dos servos é constante e fervorosa.


Trecho de "Servos e equipe responsável nos grupos de oração" (pp. 78 e 79), de Pe. Benigno Juanes.

Nenhum comentário: